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Segundo primeiro beijo

tem música no final do texto. Uma das minhas preferidas, espero que gostem, dela e desse conto, um pouco maior do que de costume.

Talvez um dos primeiros acontecimentos mais importantes na vida de uma garota, seja o seu primeiro beijo. Pelo menos, para Anitta, foi assim. Ela e sua melhor amiga, dedicavam horas e horas do seu tempo, pesquisando, como séria esse momento. Foram tantas experiências e passo-a-passos lidos, que talvez fosse impossível alguém saber mais sobre beijo, na teoria, claro. Se dependesse das explicações que Anitta havia lido, ela era praticamente uma expert no assunto. Só que não.

Senhorita (Im)perfeita

Antes de ler, vá até o final do texto e aperte o play, agora volte aqui, temos um encontro.

Já passava das três da manhã e Ana não conseguia dormir. Seu humor tava igual ao de uma onça quando alguém tenta pegar um dos seus filhotes e ela se sente ameaçada. Deu pra sentir o clima né? Depois desse breve relato, é compreensível que ela não conseguisse dormir, raiva e rancor, não são bem os tipos de que fazem você ter um sono digno dos anjos.

Jeito Alice de ser

Tem música no final do texto, pra vocês. Aperte o play entre no mundo do meu texto.

O frio percorria cada espaço do quarto. O pisca-pisca da decoração do natal, a neve lá fora, tudo parecia tão perfeito e intocável. Deitada em sua cama, Clarice olhou a bagunça do seu quarto, aquilo era tão acolhedor, ela se sentia acolhida por toda aquelas coisas fora do lugar, formando uma sintonia imperfeita. Era assim que ela se sentia em relação ao mundo. Era como se ela estivesse fora dele e não dentro dele, era mais um papel de espectadora do que de autora.

Variáveis


Ela tinha um jeito sútil de arramar cabelo no alto da cabeça e costumava morde as tampas das suas canetas, manias comuns, nada que fizesse dela uma garota especial. Ela costumava comparar sua vida a de um filme, um dos tantos filmes que elas costumava assistir. Poderia ser um romance, um drama ou uma comédia, não sabia ao certo. Afinal tudo na sua vida era muito incerto, inconstante e variável, assim como o seu humor.


Ela era feita de água salgada!

 E pra aquelas que gostam, tem música no final pra acompanhar o texto *---*

Ela gostava de mergulhar na imensidão que existia dentro de si, era uma imensidão que nem ela mesma, as vezes, compreendia. Gostava de olha a lua, principalmente a lua cheia, cheia de mistérios, era tranquilizador e naquela imensidão entre o céu e o mar, ela podia se despir da sua carapaça, a carapaça do caranguejo, a máscara que usava para se proteger do desconhecido.

Só pro meu prazer!


Antes de ler, vá até o final e aperte o play e apenas se deixe levar...

Madrugada fria, chuva batendo no vidro da janela e tenho a sensação de que morri e minha alma está fora do corpo, aqui, escrevendo estas palavras. Um dúvida me consumindo, a todo o momento, o tempo todo. Elas sempre estão ali, sempre presente, me intrigando, e me fazendo questionar a tudo. Estive divagando sobre o quanto eu me sinto realizada nesse momento e chego a triste conclusão de que não estou satisfeita, é, acho que encontrei a palavra correta, satisfação.

Velhos hábitos


Ps: Antes de começar a ler o texto, aperte o play ao final da postagem.

Finalmente, aquela garota de olhar perdido, estava retomando velhos hábitos, e isso a deixava muito feliz, imensamente feliz eu diria. Uma alegria inebriante tomava conta do seu corpo e ela quase pulava de alegria por perceber, que em algum lugar dentro de si, ela permanecia intacta, não sofrera tantas mutações com o tempo quanto ela imaginava, e esse pensamento trouxe um sorriso involuntário aos seus lábios.